Quando a Independência foi proclamada, em 7 de setembro de 1822, o País se viu na urgência de contar a própria história. Na ausência de livros brasileiros, os mestres buscaram publicações europeias que servissem de apoio aos estudantes da nova nação.
O primeiro livro didático adotado nas escolas foi Resumo da História do Brasil até 1828, baseado em obra francesa. Seguiram-se outros, sempre adaptados de obras estrangeiras de história universal. Entre os autores que os estudantes das elites brasileiras liam, estava o historiador Victor Duruy, ministro da França. Viriam então os autores brasileiros: José Inácio de Abreu e Lima (1796-1869), general que lutou nas guerras de independência da América do Sul; e Adolfo de Varnhagen (1816-1878), estudioso do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Em 1861, sai Lições de História do Brasil, com formato inovador. Reúne os fatos em ordem cronológica, com resumos e questionários ao final de cada capítulo, para ajudar a memorização. Escrito por Joaquim Manuel de Macedo, romancista de A Moreninha e professor de História, era inspirado no conteúdo de suas aulas. Um sucesso. Mais tarde, o historiador João Ribeiro (1860-1934) empreenderia nova revolução, ao incluir em seus trabalhos temas como história do cotidiano e história local, além de valorizar ilustrações. Suas obras seriam adotadas até a década de 1960. Fonte:http://www.almanaquebrasil.com.br/curiosidades-historia/5747-pequena-historia-dos-nossos-livros-de-historia.html |
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Pequena história dos nossos livros de História
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pela visita, indique aos amigos.