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Mas ainda assim, existem pessoas que não se previnem adequadamente. Ou então, falhas podem acontecer, como por exemplo, quando a camisinha “estoura”. O que fazer numa situação dessas para que não ocorra a gravidez?
O que muita gente não sabe é que o esperma pode permanecer no corpo da mulher por três a cinco dias, ou seja, não é só no momento da relação que pode haver o risco de engravidar, mas se uma mulher teve relação sexual sem se proteger três dias antes da ovulação, existe uma grande chance dela engravidar.
Para tais casos, existe o que chamamos popularmente de “pílula do dia seguinte” que surgiu no Brasil em 1999. O Levonorgestrel contém uma forma sintética de progesterona em alta dose (sendo que os comprimidos normais anticoncepcionais apresentam dosagem menor). Altas doses de progesterona interrompem o ciclo evitando que a fertilização ou a implantação do embrião aconteça.
É importante utilizar a pílula o quanto antes após uma relação sexual sem proteção. Caso o óvulo fertilizado já tenha sido implantado, a pílula não terá efeito.
Existe a polêmica de que a “pílula do dia seguinte é abortiva”, mas segundo o ginecologista Luciano Melo Pompei, membro da diretoria da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), garante que ela não é. “Não basta haver fecundação para que ocorra a gravidez. No meio científico, só consideramos que há gestação a partir do momento em que existe a nidação [quando o embrião adere ao útero]. Essas pílulas agem antes da nidação e jamais provocam a perda do embrião se ele já tiver aderido.”
Fontes: HSW International e Medplan
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